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21/05/2020
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Polícia investiga estupro contra menina de 10 anos

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Da Redação

A Polícia Civil de Penápolis está investigando um estupro contra uma menina de 10 anos. O acusado é um adolescente de 15 anos. O caso aconteceu na noite de quarta-feira (20), por volta das 23h, na residência da vítima. A mãe da menina, uma autônoma de 35 anos, relatou à polícia que estranhou o fato da filha tomar banho naquela hora e por isso perguntou a ela o que tinha acontecido. A menina estava chorando muito e contou para mãe que o adolescente tinha passado as mãos em suas partes íntimas e que havia introduzido um dos dedos em seu órgão genital. A mulher não estava em casa quando ocorreu o fato. Ela disse à polícia que havia saído momentaneamente. A menina ficou em casa com dois irmãos, de 11 e 15 anos, e no local também estava o adolescente de 15 anos que reside no mesmo bairro. Os meninos jogavam videogame e a vítima estava deitada no sofá, debaixo de uma coberta, quando a mãe saiu de casa.

Após tomar conhecimento, a mulher foi até a casa do vizinho, junto com a filha, para questioná-lo sobre o que de fato havia acontecido. Em seguida, ela levou a filha ao pronto-socorro, onde a menina passou por atendimento médico. Durante a madrugada, a mulher foi até o plantão da Polícia Civil, onde registrou um boletim de ocorrência. Os depoimentos da vítima e do adolescente não foram colhidos durante o plantão policial, por causa do horário avançado. De acordo com o boletim de ocorrência, não foi realizada a apreensão do menor, pois o exame preliminar, realizado pelo médico plantonista, a princípio, não aponta sinal de prática de ato libidinoso ou conjunção carnal. Ainda segundo o BO, tais circunstâncias serão apuradas por meio de exame pericial ou outro elemento de informação. Um membro do Conselho Tutelar foi acionado e compareceu ao plantão policial. O conselheiro e a mãe da vítima se comprometeram a levar a criança para realização de exame pericial no Instituto Médico Legal (IML), e também na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que ficará responsável pela investigação do caso. Todos foram liberados, porém assumiram o compromisso de comparecer no Juizado da Infância e Juventude, quando forem notificados.






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